
alguns slogans das ruas no Maio de 68:
O sonho é realidade.
As reservas impostas ao prazer excitam o prazer de viver sem reservas.
Sejamos cruéis!
Tenho algo a dizer, mas não sei o quê.
Todo o poder abusa. O poder absoluto abusa absolutamente.
O agressor não é aquele que se revolta, mas o que afirma.
Ser livre em 1968 é participar.
Um homem não é estúpido ou inteligente: ele é livre ou não é.
Nós somos ratos (talvez) e mordemos.
Os enraivecidos.
Não me libertem, eu encarrego-me disso.
A poesia está na rua.
Façam amor e recomecem.
Gozem sem entraves.
Vivam sem tempos mortos.
Fodam sem cenouras.
A acção não deve ser uma reacção, mas uma criação.
Corre camarada, o velho mundo está atrás de ti.
Sob a calçada, a praia.
A vontade geral contra a vontade do General.
A Revolução tem de deixar de ser para existir.
Abram o vosso cérebro tantas vezes como a braguilha.
E se queimássemos a Sorbonne?
Proibido proibir.
Quando a assembleia nacional se transforma num teatro burguês, todos os teatros burgueses devem transformar-se em assembleias nacionais.
Sejamos realistas, exijamos o impossível.
O álcool mata. Tomem LSD.
A liberdade é o crime que contém todos os crimes. É a nossa arma absoluta!
Fodam-se uns aos outros senão eles foder-vos-ão.
Abramos as portas dos asilos, das prisões, e outras Faculdades.
A barricada fecha a rua mas abre o caminho.
Não é o Homem, mas sim o mundo que se tornou anormal.
Enfureçam-se!
Quanto mais faço amor mais vontade tenho de fazer a Revolução. Quanto mais faço a Revolução mais vontade tenho de fazer amor.
Não é uma revolução, Senhor; é uma mutação.
A imaginação ao poder.
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